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Maníaco é preso pela 8ª vez acusado de assédio sexual

Pela 8ª vez, Carlos Eduardo Fortes da Silva, 50, foi preso acusado de assédio sexual. Dessa vez as vítimas foram um bebê de 3 meses e uma idosa...

11 Out 2018 às 08:43
Elayne Mendes, reporter A Gazeta
Foto: João Vieira/GD

Pela 8ª vez, Carlos Eduardo Fortes da Silva, 50, foi preso acusado de assédio sexual. Dessa vez as vítimas foram um bebê de 3 meses e uma idosa de 60 anos de idade. Ele foi acusado de esfregar o pênis na criança e apertar as nádegas da senhora, dentro de um ônibus da empresa União Transportes, em Várzea Grande. Silva foi preso em flagrante e encaminhado para a Central de Flagrantes do município. Ele já possuía sete passagens criminais por assédio sexual e em todos os casos foi solto, pelo crime ser considerado apenas contravenção penal. Mas, dessa vez, seu destino pode ser outro, já que as ações, segundo a Polícia Civil, se enquadram no novo crime de importunação sexual. Carlos Eduardo poderá ficar até cinco anos na prisão.

 

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Era por volta das 9h de ontem (10) quando a Polícia Militar foi acionada para atender ocorrência de assédio sexual dentro de um ônibus que faz a linha Princesa do Sol/Cuiabá. Para impedir a fuga do acusado, o motorista fechou as portas do ônibus, até que os policiais chegassem.   

 

Aos militares a mãe do bebê, uma jovem de 23 anos, relatou que o suspeito esfregou o órgão genital em sua filha que tem apenas 3 meses de vida. A senhora de 60 anos foi a segunda vítima. Segundo ela, o acusado apertou sua nádega quando ela passava pela catraca do coletivo. Os dois casos foram presenciados por testemunhas e diante da situação Carlos Eduardo foi preso e encaminhado para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.  

 

De acordo com o delegado Cláudio Álvares de Santana, da Delegacia de Defesa da Mulher, Criança e Idoso da Cidade Industrial, até o final da tarde de ontem o caso não tinha sido encaminhado para a unidade especializada. Ele explica que quando há flagrante a pessoa detida é encaminhada para a Central de Flagrantes que tem 24 horas para comunicar o Judiciário e na sequência encaminhar para a delegacia competente.   

 

Santana enfatiza que o caso, como relatado, se enquadra no crime de importunação sexual. Como o acusado já possui antecedentes pelo mesmo crime, ele é mantido preso até ser encaminhado para a audiência de custódia. “Como ele já é reincidente provavelmente o juiz deve arbitrar fiança ou determinar que ele seja monitorado via tornozeleira eletrônica, caso o magistrado acredite que ele possa responder em liberdade”.   

 

Porém, o delegado diz que também há a possibilidade da prisão em flagrante ser convertida em prisão preventiva e o acusado ser mantido preso até o julgamento.

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