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Oferta mato-grossense deve crescer duas vezes mais que a nacional

Sétimo levantamento realizado pela Conab mostra avanço de 3,4% da produção nacional e de 6,1% no Estado. Projeção aponta saldo histórico, com...

15 Abr 2019 às 07:54
Marianna Peres l Diário de Cuiabá
Reprodução
Mato Grosso vai consolidando a projeção de mais um recorde de produção, com estimativa de somar 65,44 milhões de toneladas (t) para o atual ciclo, 2018/19. Serão 3,73 milhões de toneladas a mais, se comparada ao volume colhido no ano passado. 

Se o volume se confirmar, o ciclo mato-grossense será 6,1% maior que o colhido na safra passada – recorde até então – com 61,71 milhões de toneladas (t). A pujança confirma o Estado como maior produtor nacional de grãos e fibras pelo oitavo ano consecutivo. 

Os dados divulgados ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que de acordo com esse levantamento – o sétimo dessa safra – Mato Grosso avança na participação da oferta agrícola nacional ao responder sozinho por 27,8% da estimativa total de 235,3 milhões t no país. 

A projeção mato-grossense está alicerçada no bom momento do milho safrinha e do algodão, culturas com estimativas de avanço. O milho deve atingir recorde da série da Conab, com 29,45 milhões t, incremento de 12,4% sobre o ano passado e o algodão, cuja oferta da pluma deverá crescer 36,3% em relação à safra já expressiva do ciclo anterior e somar em 2019, 1,75 milhão de t. Das principais culturas, somente a soja teve redução anual, -0,5%, totalizando 32,13 milhões de t. 

BRASIL - Com uma variação positiva de 3,4% em relação à safra passada e um aumento de 7,7 milhões de toneladas, a produção de grãos no Brasil no período 2018/2019 deve alcançar 235,3 milhões de toneladas. 

Soja, milho, arroz e algodão apresentam-se como as principais culturas produzidas no país, representando 94,5% da safra. O aumento de área dessas culturas, com exceção do arroz, contribuíram para a elevação de 2,1% em relação à safra anterior, chegando à marca de 63 milhões de hectares. Quanto à produção, a soja é estimada em 113,8 milhões de toneladas, podendo alcançar o título de terceira maior safra da série histórica, mesmo com uma redução de 4,6% frente à safra anterior, que foi até agora o maior recorde. A área plantada da soja nesta safra cresceu 1,8%, correspondendo ao plantio de 35 milhões de hectares. 

O que também contribuiu muito para o bom desempenho da safra atual foi a melhora da produção de milho na segunda safra. A colheita prevista do milho total em 94 milhões de toneladas representa aumento de 16,5% comparado à última safra, com a ajuda do milho segunda safra, que registra cerca de 68,1 milhões de toneladas. 

Para o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Cleverton Santana, o resultado tem como aliado o aumento de área. “Enquanto o milho primeira safra perdeu espaço para feijão, cana-de-açúcar e pastagens, o outro foi favorecido pela antecipação da colheita da soja e pela possibilidade do aproveitamento integral da janela climática, criando a expectativa de bons rendimentos na lavoura”, enfatiza. “A área da primeira safra sofreu uma redução de 1,3%, mas o da segunda cresceu 6,1% referente ao período anterior”, completa. 

Em relação a outras culturas, o algodão em pluma pode alcançar 2,6 milhões de toneladas, com uma elevação de cerca de 32% frente à safra 2017/18, e com acréscimo de 35% na área plantada, chegando a 1,17 milhão de hectares. Já o arroz registrou uma produção de 10,7 milhões de toneladas, com queda de 11,7% na área, que também sofreu redução de 13,5%.

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