Nos anos 90 e começo dos anos 2000, quem não tinha um Walkman ou um Discman da japonesa "Aiwa" era considerado fora da moda ou desatento com as novas tecnologias. Inéditos no Brasil, os produtos apresentavam excelente designer, preço acessível e boa qualidade.
Com o tempo a Aiwa se tornou uma febre nacional também com os seus aparelhos de som. Alguns, com carrossel para até 5 cds, uma novidade tecnológica muito à frente do seu tempo, para a época. A marca japonesa dominava as vendas nas principais lojas de varejo. Era quase impossível concorrer com eles.
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Após acumular alguns problemas financeiros no começo dos anos 2000 - uma má administração acabava com mais de 40 anos de história -, a Aiwa sumiu do mercado após ter sido comprada pela sua concorrente, a Sony. Porém, como o mundo gira, em 2022, ainda de forma tímida, ela volta ao mercado brasileiro justamente para o lugar da Sony, que deixou o Brasil em 2021.
A volta por cima
Hoje em dia a Aiwa usa a mesma fábrica que era da Sony, na Zona Franca de Manaus, e pertence ao Grupo MK, detentor da também conhecida e respeitada marca Mondial.
No ano passado, ainda de forma discreta, a Aiwa, além de fones de ouvido, sons automotivos e torres e caixas de som, passou a fabricar televisores de última geração e tecnologia de ponta.
Há opções de 32 até 75 polegadas com preços altamente competitivos no mercado, fazendo frente a outras marcas famosas e também consolidadas.
É o cérebro japonês por trás de um complexo laboratório ultramoderno e uma sólida administração do Grupo MK.
Os novos produtos da Aiwa podem ser comprados no próprio site da empresa, em lojas físicas ou lojas online de grandes sites especializados.
Fonte: Jeferson Marques l Diario do Litoral