Domingo, 11 de outubro de 2026

Acusado de estuprar e torturar sobrinha em MT sorri em audiência

Francisco Lopes da Silva foi preso no dia 4 de novembro em Poconé suspeito de estuprar, torturar e matar sua enteada de apenas 2 anos e 7 meses

Acusado de estuprar e torturar sobrinha em MT sorri em audiência
Foto: Arquivo Colíder News

Francisco Lopes da Silva, acusado de estuprar, torturar e matar a própria enteada, de apenas 2 anos e 7 meses, esboçou um “sorriso” durante a audiência de custódia que converteu sua prisão em flagrante para preventiva (que não há duração determinada).


Segundo uma matéria do Repórter MT, a audiência de custódia foi realizada no último dia 6 de novembro em Poconé (100 KM de Cuiabá), município onde Francisco Lopes da Silva morava com a esposa, Aneuza Pinto Ponoceno, e a pequena Maria Vitória Lopes dos Santos, sobrinha do casal que possuía sua guarda provisória.     A criança deu entrada na unidade de pronto atendimento (UPA) do município no último dia 4 de novembro, levada pela tia, Aneuza Pinto Ponoceno. Ela e o marido foram presos na mesma data. Maria Vitória Lopes dos Santos chegou a ser internada, mas não resistiu, e morreu na última segunda-feira (8).

O casal estava com a guarda provisória da vítima depois dos pais terem sido apontados como incapazes de cuidar da filha.

A tia, segundo o delegado Maurício Maciel, responsável pela investigação do caso, não teria ligação com os abusos, mas pode responder por omissão, e também é suspeita de agredir a criança. A menina deu entrada em uma unidade de saúde depois de uma suposta sequência de maus-tratos. Ela acabou não resistindo às agressões e acabou morrendo cinco dias depois.

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O delegado afirmou que o tio, que tem 42 anos, e a mulher dele, que supostamente teria participação no crime, negaram as acusações, dizendo que a menina teria caído da cama, mas, durante o depoimento, a mulher teria decidido contar a verdade. "Ela admitiu que essa menina sofria agressões físicas, maus-tratos, e até privação de alimento, além de tortura e estupro de vulnerável", disse.

Moradores de Poconé realizaram um protesto pedindo justiça pelo crime na última quarta-feira (10).

Fonte: Diego Frederici l Folha Max

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