O ex-assessor técnico legislativo da Assembleia Legislativa (ALMT), Roni Cristovão de Lima, conhecido como Roni Todinho, alvo da Operação Bodas de Prata deflagrada pela Polícia Civil na última sexta-feira (9), continua foragido. No parlamento estadual, Roni recebia um salário mensal de R$ 3.430.
Ele foi exonerado do cargo pouco tempo depois da repercussão da ação. A investigação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes teve início em outubro de 2021, após a apreensão de 22 tabletes de pasta base de cocaína e de dois tabletes de cloridrato de cocaína pela Polícia Rodoviária Federal, totalizando aproximadamente 24,365 quilos de entorpecente.
A droga estava escondida na porta de um veículo, e a condutora foi presa em flagrante na ocasião. As informações apontam que Roni Todinho é muito próximo ao criminoso identificado apenas como Pinheiro, que fazia a negociação dos entorpecentes, e que foi preso em sua casa no bairro Santa Cruz, em Cuiabá, na última sexta.
Roni seria conhecido dentro desse grupo criminoso como o "homem da fronteira". "Na investigação, ele tem ligação direta com o alvo principal no envio dessas drogas pela fronteira, principalmente de Pontes e Lacerda para Cuiabá. Tenho 30 dias para conclusão. Estamos aprofundando as investigações. Seria interessante ouvir as versões dele sobre os fatos para encaminhar ao Ministério Público o oferecimento ou não de denúncia contra esse grupo criminoso", informou o delegado durante entrevista ao Programa do Pop, da TV Cidade Verde, nesta quinta-feira (15).
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Também foi alvo da Operação Bodas de Prata o bombeiro Emerson Aparecido, subtenente militar.


