Quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Acusado de matar empresário em MT é baleado durante briga em conveniência

Maroan foi atingido duas vezes e precisou ser levado à Santa Casa de Misericórdia.

Acusado de matar empresário em MT é baleado durante briga em conveniência
DivulgaçãoFoto: Arquivo Colíder News

Maroan Fernandes Haidar Ahmedo, 21 anos, acusado de matar um empresário em Rondonópolis (215 km de Cuiabá), foi transferido de avião para uma cidade de São Paulo para receber tratamento médico após ser baleado, na noite de domingo (11), durante uma troca de tiros em uma conveniência na cidade de Ponta Porã (MS), fronteira com o Paraguai.


O tiroteio aconteceu por volta das 21 horas. Maroan e amigos teriam se envolvido em uma confusão na conveniência e uma troca de tiros foi iniciada no local.

Maroan foi atingido duas vezes e precisou ser levado à Santa Casa de Misericórdia.

No entanto, devido à gravidade dos ferimentos, ele foi transferido para um hospital de São Paulo. A unidade de saúde que ele está internado não foi revelada.

Já Lucas Alves da Silva, que estava comemorando o aniversário de 27 anos, foi baleado, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Ele era fugitivo de Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

Alfredo Arce Neto, de 19 anos, também foi baleado e foi transferido para Campo Grande por conta dos graves ferimentos. O estado de saúde dele não foi revelado.

Policiais civis de Mato Grosso do Sul foram ao local e iniciaram os trabalhos investigativos. Ninguém foi preso.

Crime em Rondonópolis

Maroan, que nunca foi preso, é acusado de matar o empresário Fábio Batista da Silva, 41 anos, durante uma discussão de farol alto em uma conveniência, em novembro de 2018. A vítima morreu no local.

LEIA MAIS: Polícia pede a prisão de acusado de matar empresário por farol

Após o crime, a Justiça de Rondonópolis chegou a expedir um mandado de prisão contra Maroan, mas, logo depois, a defesa do acusado ingressou com um mandado de habeas corpus preventivo que foi acatada por desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A defesa de Maroan argumentou à Justiça que o resultado da perícia papiloscópica apontou que as digitais encontradas nas garrafas de água que estavam no carro, supostamente conduzido pelo acusado na ocasião do crime, não convergem com as dele.

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Ainda, o advogado alegou que também não convergem com as digitais dele aquelas encontradas na capa do volante do veículo.

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