Apesar de conquistas, a luta histórica das mulheres por igualdade ainda enfrenta barreiras. A presença feminina em postos de liderança e em áreas de destaque, como a ciência, permanece menor do que a masculina. Neste cenário a astrofísica brasileira Angela Olinto acaba de ser eleita para a Academia Americana de Artes e Ciências e também para a Academia Nacional de Ciências, ambas nos Estados Unidos, onde é professora na Universidade de Chicago.
Aos 16 anos, Angela ingressou na faculdade levada pela paixão por entender como se formaram as galáxias, os planetas e cada partícula do espaço sideral. Conheça, na reportagem de Pâmela Dias, publicada em O Globo, um pouco mais da trajetória da brasileira que se dedica ao estudo das astropartículas.
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Sendo o retrato vivo da desigualdade de gênero na ciência, Angela conta que, ao cursar o doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, em 1982, foi a única mulher entre 60 homens e só teve professores do sexo masculino. Diante da desvantagem de gênero, ao se tornar professora da Universidade de Chicago e reitora da Divisão de Ciências Físicas e Matemáticas, a brasileira passou a estimular a contratação de mulheres nesses espaços de ensino.
Fonte: Espaço Democratico


