Emily Vitória dos Santos Adi Amorim, de 11 meses de idade, morreu afogada dentro de um balde de água no domingo (02), em uma casa no bairro Parque Cuiabá, na Capital.
De acordo com a Polícia Civil, a mãe contou que estava na residência dos padrinhos da filha, por volta de 11h, deixou a filha brincando na sala e foi até cozinha preparar o almoço.
Minutos depois, ao estranhar o silêncio da criança ela resolveu ir atrás da filha, que já não estava mais na sala.
Ao procurar pela menina na casa, a encontrou já se debatendo dentro de um balde com água no banheiro. Imediatamente a mulher pediu a ajuda de vizinhos e amigos que estavam ali próximo, que tentaram reanimar o bebê sem sucesso.
A menina chegou a ser encaminhada a Policlínica do Coxipó, mas já teria chegado sem vida a unidade.
Um inquérito deverá ser aberto pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) para apurar as circunstâncias do afogamento.
Outro caso
Deividy Jesus Correia, de 6 anos, foi encontrado morto na piscina da casa de um vizinho, na sexta-feira (23), no bairro Altos da Boa Vista, em Cuiabá.
As informações são de que a criança teria pulado o muro do imóvel, que estava vazio no momento, para tomar banho no local.
Alguns dias depois, na quarta-feira (28), Heitor Cunha dos Santos, de 10 meses de vida, também morreu afogado após cair na piscina da uma residência no bairro Jardim Universitário.
Na ocasião, a criança foi reanimada por mais de 2 horas e foi encaminhada ainda com vida até a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto-Socorro. Ele veio a falecer quase 24h depois do afogamento no hospital.


