Quinta-feira, 1 de outubro de 2026

Bebê estuprada pelo padrasto não resiste e morre em MT

Foi durante uma consulta que a equipe médica conseguiu observar os sinais de crime sexual, tal como hímen rompido, candidíase e secreção na genitália, além de dilaceração anal.

Bebê estuprada pelo padrasto não resiste e morre em MT
Foto: Arquivo Colíder News

Mariah Eliza da Silva, a bebê de 6 meses vítima de violência sexual e que estava internada em uma unidade de saúde de Pontes e Lacerda (448 km ao Oeste de Cuiabá), morreu na madrugada desta quinta-feira (10). Ela estava sendo transferida para Cuiabá devido ao agravamento do seu quadro clínico.

 


A morte foi confirmada pelas autoridades da cidade, que estão cuidando do caso. A denúncia do estupro veio à tona nesta quarta-feira (9), após a prisão do padrasto da menina. Ela estava internada com sintomas de pneumonia e estava respirando com ajuda de balão de oxigênio.

 

Foi durante uma consulta que a equipe médica conseguiu observar os sinais de crime sexual, tal como hímen rompido, candidíase e secreção na genitália, além de dilaceração anal. A internação aconteceu na noite de segunda-feira (7).  

 

Psicólogos do hospital acompanharam a consulta junto com o Conselho Tutelar, que informaram não saber se a mãe da criança tem conhecimento dos fatos.  

 

Foi ressaltado que, durante os exames, a mãe dela se exaltou algumas vezes, querendo levar a menina embora. E durante a coleta de material ela tentou dificultar o trabalho dos médicos.  

 

Prisão

Com base nas informações registradas e narradas pelo Conselho Tutelar, a Polícia Militar foi acionada até o hospital e encontrou a mãe da menina sendo conduzida pela Polícia Civil até a Delegacia, onde ela prestou depoimento sobre o caso.  

 

Segundo a mulher, ela mora sozinha com a filha de 6 meses, a filha de 7 anos e o namorado, de 31 anos. Ela se relaciona há dois meses com o rapaz, que saiu da cadeia recentemente. Segundo ela, o autor do crime poderia ser ele.  Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;

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Com base nesse relato, os investigadores foram até a casa da família junto com a Força Tática, onde o suspeito foi encontrado. Ao ser questionado sobre os fatos, ele não negou e nem desmentiu a autoria.  

 

Familiares da menina, que moram próximo, estavam no local e testemunharam a prisão. Uma das tias da criança contou que o suspeito sempre queria ficar com a criança no colo e se colocou à disposição prestar depoimento. Diante dos fatos, o suspeito foi levado algemado para a delegacia e o caso segue em investigação.

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