Investigações da Polícia Civil identificaram que o candidato C.E.M.C., preso acusado de fraudar o concurso da Segurança Pública em Cáceres, pagou R$ 50 mil para que o professor de cursinho e policial penal, L.A.D., fizesse a prova no seu lugar.
Segundo o boletim de ocorrência, C.E.M.C. alegou que era "ruim de redação" e, por isso, pagou e trocou de identidade com o professor para que ele pudesse realizar o exame em seu lugar.
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Além da dupla, mais duas pessoas - identificadas pelas iniciais M.A.C.A. e D.F.D. - foram presas neste domingo (20) após a Polícia Civil de Cáceres identificar o esquema. Todos os envolvidos são de Cuiabá.


