Quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Com quase 30 mil seguidores, viúva suspeita de matar o marido usava as redes para cobrar justiça

No dia em que foi baleado, Toni chegou a dizer que foi confundido com um policial rodoviário federal

Com quase 30 mil seguidores, viúva suspeita de matar o marido usava as redes para cobrar justiça
Foto: ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

Com quase 30 mil seguidores, a representante comercial Ana Cláudia Flor usava suas redes sociais para cobrar justiça pela morte de seu marido, o empresário Toni da Silva Flor, assassinado no dia 11 de agosto de 2020. Porém, Ana Claúdia foi presa nesta quinta-feira (19), suspeita de ser mandante do crime.



Antes de ser presa pela manhã na Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), Ana Claúdia publicou um stories em seu Instagram com a foto do ex-marido e as filhas, com uma música gospel ao fundo. Aos jornalistas, ela declarou que não mandou matar o marido e que não sabia por qual motivo estava sendo presa. "Vamos descobrir agora", disse ela.


Sua última publicação, inclusive, é uma foto com Toni, quando o crime completou um ano, na última quarta-feira (11). “Hoje no final da tarde fará um ano que você partiu, por aqui tudo mudou para mim só eu sei o que sinto e a falta que você me faz em tudo, faz falta nas minhas decisões faz falta nos churrasco”, escreveu.

No Dia dos Pais, celebrado no dia 8 de agosto, também fez uma homenagem à Toni. “Todos os dias, todas as noites, vejo você ao meu lado, me dando força, me apoiando e ainda me ensinando lições de vida. Sua ausência é tão presente em meus pensamentos, que às vezes acredito ser realidade”, disse.

 

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Inclusive, a mãe de Toni e sogra de Ana Cláudia, Leonice da Silva Flor, republicava as próprias publicações da viúva.


Após um ano do crime, no dia 11 de agosto deste ano, a polícia prendeu o pistoleiro do Comando Vermelho Igor Espinosa, 26, que confessou o crime. Agora, a equipe comandada pelo delegado Marcel Oliveira, está cumprindo 3 prisões e 5 busca e apreensão. Por enquanto, a única prisão confirmada foi de Ana Flor.


No dia em que foi baleado, Toni chegou a dizer que foi confundido com um policial rodoviário federal, mas essa hipótese foi descartada pelo delegado Marcel. O assassino confessou que os tiros foram para matar o próprio Toni, mas a motivação não foi revelada naquele momento e ele se calou.


Nome da operação
Capciosa "algo ou alguém que procura enganar, induzindo ao erro. Uma pessoa com um comportamento capcioso tem a intenção maliciosa de confundir e enganar alguém, utilizando de astúcia, sedução e esperteza".

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