Países ao redor do mundo estão expandindo suas dívidas para combater o coronavírus. Medidas de alívio fiscal em todo o mundo já totalizam mais de US$ 8 trilhões, de acordo com a Bloomberg.
Os EUA promulgaram um pacote com estímulos de U$ 2 trilhões, prometendo cheques de US$ 1.200 a todos os cidadãos americanos em março. O Japão anunciou um acordo de US$ 1 trilhão no mês passado e os líderes do G20 apresentaram US$ 5 trilhões em pagamentos de estímulo.
Sozinha, a dívida dos EUA ultrapassou US$ 24 trilhões, já que o Banco Central está injetando quantias sem precedentes de dinheiro na economia, tentando combater o impacto da pandemia.
Analistas do Bank of America preveem que as ações do Fed podem fazer com que seu balanço atinja mais de US $ 9 trilhões até o final de 2020 – mais de 40% do produto interno bruto (PIB) dos EUA.
Ao mesmo tempo, Krishna Guha, vice-presidente da Evercore ISI, acredita que poderá chegar a US$ 12 trilhões até o meio do ano, ou 60% do PIB dos EUA.
Países ao redor do mundo estão expandindo suas dívidas para combater o coronavírus. Medidas de alívio fiscal em todo o mundo já totalizam mais de US$ 8 trilhões, de acordo com a Bloomberg.
Os EUA promulgaram um pacote com estímulos de U$ 2 trilhões, prometendo cheques de US$ 1.200 a todos os cidadãos americanos em março. O Japão anunciou um acordo de US$ 1 trilhão no mês passado e os líderes do G20 apresentaram US$ 5 trilhões em pagamentos de estímulo.
Sozinha, a dívida dos EUA ultrapassou US$ 24 trilhões, já que o Banco Central está injetando quantias sem precedentes de dinheiro na economia, tentando combater o impacto da pandemia.
Analistas do Bank of America preveem que as ações do Fed podem fazer com que seu balanço atinja mais de US $ 9 trilhões até o final de 2020 – mais de 40% do produto interno bruto (PIB) dos EUA.
Ao mesmo tempo, Krishna Guha, vice-presidente da Evercore ISI, acredita que poderá chegar a US$ 12 trilhões até o meio do ano, ou 60% do PIB dos EUA.
Mahony disse que o enorme crescimento da flexibilização do Banco Central e da dívida do governo destaca por que muitos sentem a necessidade de armazenar sua riqueza em ativos alternativos para evitar a aparente depreciação que pode acontecer.
“Esse movimento de alta atual do bitcoin parece estar alimentando a tendência histórica dos halvings que pode apontar para uma enorme alta no próximo ano. […] A verdade é que o desespero [dos governos] de manter os mercados vivos significa que provavelmente veremos mais e mais estímulos entrarem em vigor. Isso é bom para o Bitcoin e outros ativos não fiduciários, como o ouro”, disse Mahony.
Mati Greenspan, o fundador da Quantum Economics, chegou a uma conclusão semelhante, observando que, como os bancos centrais recentemente reafirmaram seu compromisso de criar ainda mais “dinheiro grátis”, o Bitcoin é agora o ativo com melhor desempenho este ano. “Assim como é quase todos os anos desde sua criação”, acrescentou.
*Traduzido e republicado com autorização da Decrypt.co


