Depois de quase quatro meses no IML, o corpo de Evanildo Amâncio de Souza foi liberado e sepultado no município de Alta Floresta. A vítima de assassinato dependia da oficialização da identidade, feita através de DNA. Ele morreu em novembro. O material foi coletado dele e da mãe e o resultado foi concluído na semana passada, após cobranças em todo o estado, apontando o caos na Politec.
O problema da falta de servidores no órgão em todo o estado e a situação crítica principalmente em Alta Floresta, ganhou as manchetes através da imprensa nos últimos dias. Assim a pressão a deputados, diretores da Polícia Civil e até ao secretário de estado contribuíram para a aceleração do exame que foi concluído e anunciado já no início do final de semana praticamente.
E assim a dona de casa Maria Juana, moradora da cidade de Almerim, no estado do Pará, que saiu de casa no ano passado para reconhecer o corpo do filho, pode finalmente ver, realizar um velório de pouco tempo e sepultar a vítima de assassinato.
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Outro caso
Mas o caso de Evanildo, o conhecido Parazinho, não era único. O corpo de Edson Daniel, jovem vítima de acidente em primeiro de fevereiro, com corpo carbonizado, também estava no IML. E na cobrança feita a nível de estado a Politec concluiu o exame e o corpo foi liberado na mesma ocasião. Mas o velório foi no domingo por pouco tempo sendo sepultado logo depois no Cemitério Jardim da Saudade.


