Criada há dois anos, a CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal é uma incógnita. Vale lembrar que foi oficializada em 12 de março de 2019, um ano longe da pandemia. Desde o início, a CPI apresenta um formato diferente das demais com 5 sub-relatorias, o que em tese já dificulta a formatação de um documento único.
Mas o que o complica ainda mais é que cada sub-relatoria ficou um deputado, o que deixa a conclusão, só pra começar, mais demorada. Se só com um relator, já não é fácil, imagina tantos. Detalhe: o argumento para criar as sub-relatorias foi de otimizar os trabalhos, uma justificativa complicada por estar há mais de 2 anos em tramitação sob a presidência do deputado Wilson Santos (PSDB).
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