Quinta-feira, 8 de outubro de 2026

CPI vai ingressar com ação para barrar aumento de energia de 22,5% em MT

O grupo de investigação foi instaurado após consumidores criarem uma petição online, com mais de 14 mil assinaturas, solicitando que a concessionária fosse investigada pelo valor cobrado na tarifa de energia.

CPI vai ingressar com ação para barrar aumento de energia de 22,5% em MT
ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

A CPI da Energisa, que tramita na Assembleia Legislativa, vai ingressar com uma ação para tentar barrar o aumento de 22,5% nas contas de energia em Mato Grosso. O reajuste foi confirmado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no último dia 12 de abril.




De acordo com o presidente da CPI, deputado Elizeu Nascimento (PL), a ação contra a Aneel já está pronta e será protocolada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) nos próximos dias.


“Nós não podemos permitir que a Aneel continue com esses aumentos abusivos. A CPI da Energisa decidiu que vai entrar com o processo para buscar suspender essa decisão que pretende aumentar a fatura de energia em 22% em Mato Grosso”, pontuou.

 

O processo foi confirmado pelo parlamentar nos corredores do Parlamento Estadual na quarta-feira (20), enquanto a CPI ouvia o presidente da Energisa, Riberto José Barbanera, sobre as denúncias de supostas irregularidades cometidas pela empresa no Estado.


Os trabalhos da Comissão já duram 3 anos e devem ser encerrados até o fim de abril, conforme determinou o presidente da Casa de Leis, Eduardo Botelho (União).


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O grupo de investigação foi instaurado após consumidores criarem uma petição online, com mais de 14 mil assinaturas, solicitando que a concessionária fosse investigada pelo valor cobrado na tarifa de energia.


“Vamos fechar o relatório após a oitiva com o diretor presidente, onde fizeram várias indagações sobre os casos de pessoas que ficaram uma semana sem energia no interior, denúncias sobre relógios e medidores e adulterados, baixo efetivo de servidores. Vamos encerrar o relatório e tudo isso tem que ser responsabilizado”, finalizou.

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