Após a vereadora Gisa Barros (PSB) e o presidente da Câmara de Vereadores, Fábio Tardin (DEM), o Fabinho, defenderem a redução de seus próprios proventos, outro parlamentar que entrou na onda da revolucionária proposta é Rogério França Martins (PV), conhecido como Rogerinho da Dakar.
Segundo ele, a proposta é viável desde que a diminuição dos seus ganhos sejam revertidos para melhoria das condições dos funcionários da casa que recebem menos, em alguns casos, abaixo do salário mínimo.
De acordo com fontes da coluna, se aprovado, o projeto poderá gerar economia anual de R$ 1,2 milhão.


