O idoso Euclides Custódio Vieira, 67, foi assassinado em sua residência, por volta das 20h, de quarta-feira (09), em Paranatinga (373 km ao Sul). A casa tinha sinais de arrombamento e pelo menos 13 disparos efetuados na casa. Ninguém foi preso até o momento. A vítima foi detida no domingo (6) acusado de estuprar duas irmãs, de 8 e 12 anos, mas solto na quarta por falta de provas.
A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi acionado e constatou o óbito do homem ainda no local. O caso foi denunciado por vizinhos que ouviram os disparos.
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Em entrevista à imprensa local, o perito Diogo Pedrollo afirmou que na casa havia sinais de arrombamento. O profissional que avaliou a cena do crime detalhou que houve ao menos 13 disparos, mas nem todos tenham atingido a vítima.
O corpo da vítima apresentava marcas que sugeriam defesa e tentativa de fugo do atirador.
Acusação de estupro
Conforme apurado pelo
, no domingo o homem foi preso acusado de estuprar uma menina de 12 anos e passar a mão na irmã dela de 8 anos. No boletim de ocorrência sobre a violência sexual, a vítima narra que os abusos ocorriam desde 2024, pararam por alguns meses e recomeçaram este ano. Sendo o estopim no domingo, quando a menor teve coragem de denunciar para a mãe, que chamou a polícia.
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O idoso era amigo da família da vítima e, às vezes, a buscava na escola e levava para casa. Nas oportunidades, ele cometia os crimes contra a menor. No domingo, dia da prisão, todos foram para um rio e ela sentiu que o homem passou a mão em suas nádegas. Além do abuso, ele questionava o motivo pelo qual a menina estava estranha e não falava mais com ele. A menor tentou se afastar e o acusado pegou a irmã menor no colo e a sentou sobre sua genitália. Ao ver a cena se repetir com a criança de 8 anos, a garota denunciou os abusos à mãe.


