Um dos criminosos presos na Operação Contragolpe deflagrada na manhã desta quarta-feira, 17 de dezembro, que teve o objetivo de prender integrantes de um grupo que assassinou brutalmente um policial penal, em Várzea Grande, negou envolvimento no crime.
Ao deixar a sede da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Mikael Luan Rodrigues Figueiredo, disse que não tinha envolvimento na morte da vítima.
"Estava no lugar errado e na hora errada", afirmou.
José Arlindo da Cunha, de 55 anos, foi espancado até a morte no dia 22 de novembro, após ser perseguido e agredido pelos criminosos no bairro Jardim Itororó, em Várzea Grande.
Na manhã desta quarta-feira, Mikael foi preso juntamente com seu comparsa, Valdir Rodrigues Bandeira, de 35 anos. Outro envolvido no crime foi capturado em Rondônia.
Relembre o caso
Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 23h30, após a informação de que dois homens estavam caídos na Rua 14. Quando a Força Tática chegou ao local, constatou que José Arlindo já estava morto.
A informação é que ele tinha saído de uma festa no bairro São Mateus, onde teria se envolvido em um desentendimento. Ao deixar o evento, ele foi perseguido e agredido.
Na confusão, a vítima conseguiu balear um dos suspeitos, Rivaldo Caetano da Silva, de 36 anos, que morreu horas depois durante atendimento no Pronto-Socorro.
A motivação ainda não foi revelada.


