A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) fechou um “escritório” que funcionava como uma falsa central policial e prendeu quatro criminosos, nesta quarta-feira (07), em um condomínio localizado no bairro Alameda, em Várzea Grande. Um dos membros da associação criminosa se passava por policial para extorquir e aplicar golpes de estelionato contra vítimas.
A equipe policial chegou aos suspeitos após receber informações de que uma vítima, da cidade de Barra do Garças, foi extorquida pelo grupo.
O criminoso, de 18 anos, utilizava a imagem de um verdadeiro policial. A vítima, de 65 anos, que denunciou o crime, foi atraída pelo grupo após troca de mensagens de cunho sexual com o perfil fake de uma mulher, em seguida foi extorquida.
Embora o grupo tenha negado participação no crime, no apartamento onde os criminosos estavam foram apreendidos seis aparelhos celulares, 66 chips de operadoras de telefonia, notebook, uma camiseta e um banner com o brasão da Polícia Civil.
O golpe
A vítima fez contato com uma suposta mulher, por rede social, e durante a conversa, trocaram fotos íntimas. Depois, o idoso começou a receber mensagens de uma pessoa se passando por policial da cidade de Sorriso, onde havia sido registrada uma denúncia de assédio sexual.
O objetivo era extorquir a vítima que acabou pagando uma quantia em dinheiro via Pix para que fosse retirada a denúncia, que, verdade, era falsa. Após o pagamento inicial, os golpistas tornaram a fazer contato com o idoso pedindo o restante do valor, que totalizaria R$ 4 mil.
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A Polícia Civil realizou diligências e identificou o titular da conta que recebeu os valores transferidos pela vítima. O criminoso de 18 anos foi o primeiro a ser localizado pela equipe da GCCO no condomínio em Várzea Grande e confessou a participação na extorsão. Os demais foram flagrados na sequência, no apartamento.
Todos foram encaminhados à GCCO e autuados em flagrante pelos de crimes de extorsão e estelionato.
Com assessoria


