Domingo, 11 de outubro de 2026

De dentro da prisão Jornalista Mister Tripa escreve carta alegando ser vítima de perseguição política

Já passou pela audiência de custódia, mas teve sua prisão mantida pelo Juiz Fernando Ishikawa, que afirma que a prisão não possui nenhum vício e deve ser continuada.

De dentro da prisão Jornalista Mister Tripa escreve carta alegando ser vítima de perseguição política
Foto: Arquivo Colíder News

O Jornalista Juvenilson dos Santos Martins, conhecido popularmente como Mister Tripa, veio a público, por meio de uma carta escrito a punho, se manifestar sobre a sua prisão, considerada pelo comunicador como perseguição política.

O jornalista foi preso na data de 08 de março, após ser acusado por envolvimento com uma facção criminosa. Já passou pela audiência de custódia, mas teve sua prisão mantida pelo Juiz Fernando Ishikawa, que afirma que a prisão não possui nenhum vício e deve ser continuada.

Para as forças policiais, o jornalista era um ponto importante para o tráfico de drogas da região de Peixoto de Azevedo, afirmando que utilizada um veículo da imprensa para fazer o transporte de ilícitos, sem gerar alvo de desconfiança da fiscalização policial.

Dias antes da prisão, Mister Tripa gravou um vídeo para as redes sociais, alegando: “Não tenho envolvimento algum com o crime organizado. Não tenho contato com faccionado. Não faço parte de nenhuma quadrilha. Simplesmente tive contato com um ex-faccionado que estava disposto a fazer uma delação, entregar quem eu estava investigando, que é a Presidente da Câmara de Peixoto de Azevedo”.

Recentemente, o jornalista veio à tona, com uma carta, trazendo a mesma narrativa, onde sugere que já estava preparado mentalmente para a prisão, pois sabia que ela iria acontecer.

Afirmou ainda, em sua carta, que nenhuma acusação levantada contra ele foi comprovada, declarando “(…) o delegado não conseguirá sustentar nenhuma de suas declarações, pois não há provas, somente narrativas, com uma única intenção, assassinar a reputação de quem sempre lutou pelo povo (…)”.

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Termina afirmando que questões políticas acabam por realizar atitudes como a sua prisão, descrevendo a política como um “jogo sujo”.

Não sendo liberado na audiência de custódia, o processo deve seguir e continuar as investigações.

 

Fonte: Olhar Jurídico

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