A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) está a procura da ‘pivô’ da morte do jornalista Marcelo Ferraz, assassinado por Jonh Lennon da Silva, 21 anos, no último sábado (28), por motivo passional. O criminoso confesso teria flagrado a namorada, que não teve o nome divulgado, fazendo sexo oral na vítima. Enfurecido, ele deu uma rasteira no homem e o matou com pedradas.
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O delegado Fausto Freitas, responsável pelo caso, afirmou que a polícia já tem as características e o primeiro nome da namorada do acusado. “Os dois se conheciam há pouco tempo. Ele não sabe dar muitos detalhes, só locais onde ela costumava ficar. Até agora, não localizamos. É uma testemunha fundamental para as investigações”.
“Não descartamos a possibilidade de ter outras pessoas envolvidas. A prisão aconteceu no momento em que tem muita coisa para ser feita. Daremos sequência nas investigações para confirmar ou não a versão apresentada por ele”, acrescentou o delegado.
O caso
O jornalista foi dado como desaparecido no último sábado (28). Por volta das 20h, ele saiu do bairro Jardim Aclimação e disse que estava a caminho da Praça da Mandioca, onde iria encontrar alguns amigos. Desde então, não deu notícias. Seu corpo foi encontrado com sinais de violência no início da tarde da segunda-feira (30), data em que a família também registrou o boletim de ocorrência.
De acordo com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Marcelo havia sido morto há aproximadamente 48 horas. Ele teria sido morto a pedradas e, em consequência, teve traumatismo craniano. O corpo do jornalista foi liberado pelo IML após a análise e foi velado na terça-feira (1).
A suspeita inicial era de que a vítima teria pedido uma porção de pasta base, que custava R$ 3, mas não tinha dinheiro para pagar. Assim, o acusado teria pego uma pedra e desferido diversos golpes na cabeça da vítima. Após matá-lo, John Lennon confessou a um homem que estava embaixo de um viaduto, dizendo “me dá uma droga que acabei de matar uma pessoa”.
Marcelo formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e foi um dos vencedores do Prêmio Mato Grosso de Literatura pelo romance 'O Assassinato na Casa Barão', em 2017. Além de ser o autor de outros seis livros.
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“Não descartamos a possibilidade de ter outras pessoas envolvidas. A prisão aconteceu no momento em que tem muita coisa para ser feita. Daremos sequência nas investigações para confirmar ou não a versão apresentada por ele”, acrescentou o delegado.
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O jornalista foi dado como desaparecido no último sábado (28). Por volta das 20h, ele saiu do bairro Jardim Aclimação e disse que estava a caminho da Praça da Mandioca, onde iria encontrar alguns amigos. Desde então, não deu notícias. Seu corpo foi encontrado com sinais de violência no início da tarde da segunda-feira (30), data em que a família também registrou o boletim de ocorrência.
De acordo com a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Marcelo havia sido morto há aproximadamente 48 horas. Ele teria sido morto a pedradas e, em consequência, teve traumatismo craniano. O corpo do jornalista foi liberado pelo IML após a análise e foi velado na terça-feira (1).
A suspeita inicial era de que a vítima teria pedido uma porção de pasta base, que custava R$ 3, mas não tinha dinheiro para pagar. Assim, o acusado teria pego uma pedra e desferido diversos golpes na cabeça da vítima. Após matá-lo, John Lennon confessou a um homem que estava embaixo de um viaduto, dizendo “me dá uma droga que acabei de matar uma pessoa”.
Marcelo formou-se em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e foi um dos vencedores do Prêmio Mato Grosso de Literatura pelo romance 'O Assassinato na Casa Barão', em 2017. Além de ser o autor de outros seis livros.



