Quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Detenta trans que teve crânio esmagado por colegas de prisão morre no hospital

Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), as investigações preliminares não apontaram homofobia como motivação da sessão de espancamento

Detenta trans que teve crânio esmagado por colegas de prisão morre no hospital
Foto: Arquivo Colíder News

A presidiária trans Gabriela Varcondi, conhecida pelo apelido Gabi, de 37 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande, nesta quinta-feira (25). Ela foi brutalmente espancada como pedaços de madeira por outros dois presidiários com quem dividia confinamento no Complexo Penitenciário Ahmenon Lemon Dantas.


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Gabi estava internada em estado gravíssimo desde segunda-feira (22), quando foi espancada. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), as investigações preliminares não apontaram homofobia como motivação da sessão de espancamento.

Antes de ser agredida, os criminosos modificaram as câmeras de monitoramento da unidade prisional. Na gravação, três detentos aparecem servindo um prato de comida em uma das alas da unidade prisional.

Em seguida, outros três homens aparecem e ficam conversando no corredor. Então, um dos presidiários, que está com uma touca e chapéu laranja na cabeça, conversa com os dois homens que estão parados no corredor.

Depois, sobe em uma cadeira e abaixa a câmera. Em seguida, ele corre e muda a direção do outro equipamento, no lado oposto do cômodo.

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Dois suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá. A motivação do crime segue desconhecida. A Sesp continua apurando o caso.

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