A empresária Ana Cláudia Flor, presa na última quinta-feira por suspeita de ter mandado matar o marido, Toni da Silva Flor, assassinado em agosto de 2020 em Cuiabá, em Mato Grosso, deu um "calote" em dois homens apontados como seus cúmplices.
A informação surgiu em depoimentos ouvidos pelo delegado Marcel Oliveira, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
A negociação na qual os valores foram acertados teria sido feita por videochamada no WhatsApp. As principais motivações para a morte de Toni, de acordo com a polícia, seriam a herança e a possibilidade do envolvimento da empresária com outros homens.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, Ana Cláudia tambpem foi ouvida e, durante o interrogatório, negou participação na morte. Ela disse ainda não conhecer nenhum dos presos que tiveram envolvimento identificado no crime.
O crime
Toni morreu no dia 11 de agosto, quando chegava à sua academia, no bairro Santa Marta. O assassino estava em frente ao local. O empresario se aproximou e ele perguntou seu nome. Quando a vítima se virou para responder, o criminoso atirou.
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Atingido quatro vezes, Toni entrou correndo na academia, onde foi socorrido por um professor e levado para o Hospital municipal de Cuiabá. Ele chegou a ser operado, mas morreu um dia depois. A arma usada no crime teria sido jogada no Lago Manso.


