Presa no âmbito da Operação Ativo Oculto, Thaísa Souza de Almeida Silva Rabelo tenta conseguir o benefício da prisão domiciliar em decorrência de uma cirurgia plástica. Em sede de hebeas corpus, a defesa da esposa do líder do Comando Vermelho de Mato Grosso, Sandro Louco, alegou que ela passou por rinoplastia e não pode receber os cuidados pós-cirúrgicos necessários na cadeia.
A defesa também mencionou a condição de ser mãe de criança menor de 12 anos de idade como fator que torna Thaísa elegível à prisão domiciliar. Documenta data da última sexta-feira (24).
Os argumentos são corroborados pela ausência, segundo a defesa, de elementos que comprovem que as práticas criminosas imputadas a Thaísa foram praticadas na presença do menor. Além do que, segundo a advogada Diana Alves Ribeiro, os supostos crimes por não foram praticados mediante emprego de violência.
Thais Souza de Almeida Silva Rabelo foi presa em um condomínio de luxo em Várzea Grande no âmbito da Operação Ativo Oculto, deflagrada na última semana. Ela é apontada como uma das líderes do CV-MT devido ao relacionamento mantido com Sandro Louco, de quem recebia orientações.
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A operação mirou a desarticulação dos esquemas financeiros da facção criminosa como as operações de lavagem de dinheiro. De acordo com a decisão que autorizou a operação, muitos familiares dos líderes da organização criminosa empreendiam esforços para dissimular a origem dos recursos. São estimadas 30 mil pessoas vinculadas ao CV-MT dentre integrantes, familiares e colaboradores.


