Terça-feira, 15 de setembro de 2026

Fake news sobre massacre em escola assusta pais e alunos em MT

O caso aconteceu na terça-feira (7), na Escola Estadual 13 de Maio, em Tangará da Serra

Fake news sobre massacre em escola assusta pais e alunos em MT
Foto: Arquivo Colíder News

Pais e alunos da Escola Estadual 13 de Maio, em Tangará da Serra (243 km a noroeste da Capital), ficaram assustados com uma fake news sobre uma ameaça de massacre na instituição. O caso aconteceu na noite de terça-feira (7), e repercutiu na cidade ao longo desta quarta (8).

 

Conforme a diretora da escola, Nelma Favalessa, professores encontraram na mesa de uma sala do 1º ano noturno a mensagem: “Todos da 13 tem que morrer”, em referência à escola.

 

A diretora afirma que se tratava de uma “brincadeira de mal gosto” de um aluno. “Eu fiz um boletim de ocorrência, como fui orientada pela DRE, mas sabemos que foi uma brincadeira de muito mal gosto, que causou uma situação muito maior”, disse.

 

Ocorre que, segundo a diretora, o caso tomou repercussão quando os alunos tiveram ciência e começaram a disparar relatos e informações falsas para outras pessoas de fora do círculo escolar.


Uma dessas informações que foi espalhada pela cidade é de que o aluno teria escrito: “Dia 7 de março vai ter um massacre aqui na escola”. 

 

“Sabemos que foi uma brincadeira de muito mal gosto. E ainda inventaram frases, coisas que não aconteceram.. distorceram totalmente”, disse.

 

“Como inventaram muitas coisas, os pais ficaram preocupados, mães ligaram, mas estamos tranquilos. O que complicou foram as fake news que inventaram”.

 

Escola referência

 

Segundo ela, a escola é considerada referência no Município, tendo mais de mil alunos, e casos como esse não são comuns na instituição. 

 

“Nunca aconteceu isso antes. Nós temos que compreender que, pós-pandemia, os alunos voltaram sem limites, esqueceram o que é a escola. São consequências que a gente está tentando reverter”.

 

Nelma explicou que assim que teve ciência da mensagem, além de registrar o caso na Polícia, chamou uma psicóloga e uma assistente social para dialogar com os alunos e compreender o que havia acontecido.

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“O investigador tirou foto da frase e qualquer dúvida está lá na delegacia de Polícia. Agora, vamos chamar o aluno e o responsável para que as medidas sejam tomadas”.

 

Além das medidas disciplinares no âmbito escolar, o caso também é investigado pela Polícia Civil.


Fonte: Angélica Callejas l Midia News

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