Quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Família pede ajuda para tratamento de menino que se afogou em piscina

HUMANISMO

Família pede ajuda para tratamento de menino que se afogou em piscina
ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

A família do pequeno Jether Emanoel, 3 anos, pede ajuda para continuar oferecendo tratamento ao menino. A criança se afogou em uma piscina, em maio de 2017, e ficou um ano internado no Pronto Socorro de Cuiabá (PSMC). A lenta evolução do quadro clínico motivou os pais a buscarem tratamentos alternativos para superar as sequelas deixadas pelo tempo submerso, mas o dinheiro que ganham não é suficiente para as despesas.

 

Para ajudar na manutenção da casa e da reabilitação do menino, a mãe, Selma Lopes do Santos, faz serviços como manicure e vende cosméticos, no entanto, ela ressalta que só a renda não é suficiente para as contas.


Morando em Alta Floresta (802 km de Cuiabá), a maior preocupação é com o filho de três anos e o marido que está em Cuiabá acompanhando o tratamento da criança. Selma contou ao Hipernotícias que pretende reunir a família  assim que encerrar o ano letivo, ela tem dois filhos adolescentes e por isso precisa ficar em Alta Floresta.

 

Jether iniciou as sessões de equoterapia e, desde então, a família percebeu um avanço no quadro clínico do menino, que até então não conseguia nem piscar os olhos.

 

“O médico falou que ele ia ficar no balão de oxigênio para o resto da vida, ele não abria os olhinhos, não piscava, na hora de dormir ele dormia com os olhos abertos, agora ele já mexe com os olhos, consegue dormir com os olhos fechados”, contou o pai Claudio Marques Pinto.

 

De acordo com Claudio, o único tratamento oferecido pelo estado é a Home Care, porém, não tem sido eficiente na recuperação da criança. A família tenta captar recursos para levar o menino em um neurologista e acompanhamento de uma terapeuta ocupacional.

 

“Nós precisamos de um neurologista, um terapeuta ocupacional para ajudar ele a recuperar os movimentos. Esse tratamento não é fornecido pela Home Care. Não é um tratamento muito caro, mas nós não temos condições de manter”, contou o pai que está desempregado e se dedica aos cuidados do filho.

 

Conforme o pai disse ao Hipernotícias, esse tipo de tratamento não é fornecido pelo Estado, porém a Secretaria de Estado de Saúde (SES) recomendou que os pais busquem a central de regulação do Município a inserção da criança para receber o tratamento. No entanto, o pai teme pela demora na fila de espera.

 

Sem condições de pagarem sozinho pelo acompanhamento médico, a família faz um apelo para profissionais que atuem nessa área e pessoas que tenham condições de ajudar financeiramente.

 

“Nós não temos condições de pagar o tratamento dele, é caro e às vezes o estado não disponibiliza. Se as pessoas quiserem ajudar a gente, mas não quiser dar o dinheiro em mãos, podem ir direto em uma clínica, pagar uma sessão, agradecemos todas as formas de ajuda”, contou Selma.

 

O contato com Selma pode ser feito por meio do telefone (66) 99205-4142 ou (66) 99662-4289- falar com Claudio.

Credito: REPRODUÇÃO
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