A chegada do Grizzly ao Brasil não significará a despedida imediata do Fastback. A informação apurada pela coluna é que a marca vai trabalhar com os dois produtos em sua oferta, em faixas de preços diferentes, para fazer uma transição gradual. O Fastback, em 2025, vendeu mais de 57 mil unidades e, este ano, já são mais de 40 mil.
PUBLICIDADEA receita para introdução dos novos Fiat Grizzly coupé e SUV em 2027 será a mesma utilizada para Argo e Argo X: colocar o novo carro nas lojas e preservar espaço para o modelo atual. A renovação acontecerá aos poucos, com uma reorganização da gama. Lembrando que a dupla seria um retrato da memória de Bravo e Brava. Modelos ligados com visual diferenciado.
O fato muda a leitura de que o projeto apresentado no Salão de Paris, de bate e pronto, ocupará o lugar do Fastback brasileiro. O Grizzly chegará eletrificado e terá outro posicionamento de preço. A configuração do sistema e os valores para o mercado brasileiro ainda precisam ser detalhados porque, se fosse hoje, seria a mecânica 1.0 MHEV de 12 volts. Bem diferente dos 48 V utilizados pela Toro.
O carro
O Grizzly SUV e o Grizzly Fastback usam a plataforma Smart Car, derivada da CMP que conhecemos do grupo Stellantis. A estrutura permite versões a combustão, híbridas e até mesmo elétricas. A segunda opção eletrificada faz todo sentido para a Fiat do Brasil.
Os carros com duas telas a bordo, de exatas 10,25 polegadas, vão “emprestar espaço”. São 4 metros e 40 cm e 4 m e 50 cm para o Fastback. O entre-eixos de 2,68 m permite um bom espaço para as pernas e o porta-malas tamanho GG de 600 litros.
A Fiat imprime um novo acabamento interno e mais refinado, fazendo todo sentido para enfrentar os chineses que gozam desse privilégio de cabines mais requintadas.


