Também pede a imediata apresentação dos documentos e informações relativos ao deslocamento e aos compromissos de Durigan em São Paulo em 17 de agosto, “especialmente aqueles relacionados ao custeio da viagem, utilização de transporte oficial, concessão de passagens ou diárias, servidores e assessores envolvidos, instalações utilizadas e materiais preparados para os respectivos compromissos”.
A campanha de Flávio também quer que Durigan seja impedido de participar do programa GloboNews Debate, previsto para 1º de setembro de 2026, no qual ele foi expressamente apresentado pela emissora como representante da candidatura de Lula.
A queixa é baseada na participação de Durigan na 27ª Conferência Anual do Santander, anexando diversas matérias publicadas na imprensa tratando o ministro como “porta-voz para assuntos econômicos do plano de governo do presidente Lula”.
A representação por conduta vedada cita que o beneficiário político-eleitoral da suposta irregularidade seria Lula. “A liberdade política pessoal do ministro não autoriza que a disponibilidade funcional, os meios materiais ou a estrutura administrativa inerentes ao cargo sejam transferidos, sem solução de continuidade, para a atividade eleitoral”, diz a denúncia da campanha de Flávio.
O senador esteve em São Paulo no dia 20 de agosto, na semana passada, quando cumpriu agendas de campanha ao lado do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Visitou o Armazém Solidário, o Mercado Municipal de São Miguel Paulista, e o CDC Waldemar Moreno, todos na zona leste. Os compromissos constavam na agenda pública do prefeito, que fez campanha ao lado de Flávio.


