Em análise ao RepórterMT, o jornalista Onofre Ribeiro criticou a indicação do ex-governador do Maranhão e senador eleito Flávio Dino (PSB) para o Ministério da Justiça, e o governador da Bahia, Rui Costa (PT), como novo ministro-chefe da Casa Civil, no futuro governo petista. Para ele, a população será desarmada e a corrupção estará de volta "igual em 2002".
“É um governo de esquerda exatamente igual ao de 2002. Mudaram apenas os nomes, mas o propósito está claro. É um governo de esquerda, com cara de esquerda e ações de esquerda”, declarou.
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As indicações foram realizadas nesta sexta-feira (09). Além deles, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou Fernando Haddad (PT) como ministro da Fazenda; Mauro Vieira, embaixador e ex-ministro, em Relações Exteriores; e José Múcio Monteiro, ex-ministro do TCU, como ministro da Defesa.
Para Onofre, a escola de Dino para o Ministério da Justiça servirá com o objetivo claro de desarmar a população. Posicionamento contrário ao do atual presidente Jair Bolsonaro (PL), que defende o direito do porte para "cidadãos de bem".
“O Flavio Dino na Segurança Pública é justamente para promover o desarmamento, aparelhar a Polícia Federal e o sistema de segurança. Isso é típico de governo de esquerda”, disse.
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Diferentemente do que se esperava para gestão de Lula em 2023, Onofre classificou que a indicação de Rui deixou clara, por exemplo, o retorno da corrupção no Governo Federal, com uma "central de pensamentos".
“Na Casa Civil que vai o Rui Costa, centralizar todas as ações próprias, porque ali vai ser o centro do governo. Volta a corrupção para um centro organizado. Então, é um governo de esquerda exatamente igual ao passado”, afirmou.


