O governador Mauro Mendes (União Brasil) validou ato administrativo para demitir o professor da educação básica, K.R.M., indígena da etnia Bororo, preso em novembro de 2015 pela acusação de estuprar a própria sobrinha, uma criança de apenas 11 anos à época do fato. O crime sexual aconteceu em General Carneiro (455 km de Cuiabá).
A ratificação publicada nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial do Estado. O processo administrativo disciplinar concluiu pela demissão por entender que é incompatível com a conduta do servidor público.
O indígena atuava como diretor da escola na Aldeia Merure e ameaçou a criança e seus familiares, afirmando que iria contratar um antropólogo para elaborar um laudo falso atestando que o crime seria tolerável pela cultura indígena.
Em depoimento à Polícia Civil, a menor narrou que foi convidada pelo tio para ir até a casa dele na Aldeia Garças. Chegando lá, foi obrigada a ingerir bebida alcoólica e passou mal, vindo a dormir no local.
Acompanhe o nosso trabalho também nas redes sociais;
Siga a nossa página do Colidernews no Facebook.
Acompanhe nossas matérias no Grupo de WhatsApp.
Saiba tudo do nosso site na pagina oficial do Twitter.
Siga o Colidernews também no Instagram.
Faça parte do nosso grupo de notícias no Telegram.
Junte-se a nós também no Grupo do Colidernews no Signal.
A menor acordou quando percebeu que estava sendo violentada. Ela chegou a gritar, mas teve a boca tapada pelo homem, que prosseguiu com a violência sexual. A investigação da Polícia Civil ainda descobriu que crianças indígenas abandonaram a escola com medo do diretor.


