O parto de uma indígena da aldeia Santana foi auxiliado pela equipe de resgate da Rota do Oeste, que atua na base de atendimento em Nobres, na tarde desta terça-feira (18). A criança, um menino, chegou cheia de saúde e recebeu os primeiros cuidados médicos ainda na BR-163/364. Este é o 18º parto registrado no trecho sob concessão desde a chegada da empresa em Mato Grosso e o segundo envolvendo indígena.
Há 6 anos atuando como socorrista na Rota do Oeste, Gilberto Souza relata que esta é a segunda vez que participa do nascimento de uma criança na BR e relata que é uma experiência muito gratificante poder auxiliar as famílias em um momento tão importante. “Assisti o parto dos meus cinco filhos, mas nunca pude ajudar de fato. Na rodovia, é diferente. Participamos ativamente cuidando, cortando o cordão umbilical, amparando a família”.
O registro desta terça-feira ocorreu por volta das 15h, quando uma caminhonete do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) parou na base localizada no km 583 da BR-364, em Nobres, solicitando apoio à mulher que acabava de dar à luz ainda dentro do veículo. Segundo Souza, o motorista relatou que foi até a aldeia para trocar o plantão e encontrou a indígena J.R. em trabalho de parto.
“Ele disse que no meio do caminho a criança nasceu e foi orientado pela acompanhante que estava no carro a parar na Rota do Oeste para recebimento de auxílio médico, pois demoraria muito para chegar no hospital”, comenta o socorrista.
Ao chegar na base, a mulher contou com o apoio do socorrista Gilberto, da enfermeira Rênia Ferreira e do motorista da ambulância Huembert Francisco para os procedimentos cabíveis para o momento: cortar o cordão umbilical, realizar manobras necessárias para saída da placenta e uma avaliação do bebê, “um menino que chegou perfeito, com saúde e cabeludo”, afirma o socorrista da Rota do Oeste. Na sequência, mãe, pai e bebê foram levados para o Hospital Laura de Vicuña para uma avaliação mais detalhada.
“A mãe estava tranquila, o pai estava com o coração um pouco acelerado, o que é normal. Mas o importante é que estavam todos bem”, finaliza Souza.
O parto de uma indígena da aldeia Santana foi auxiliado pela equipe de resgate da Rota do Oeste, que atua na base de atendimento em Nobres, na tarde desta terça-feira (18). A criança, um menino, chegou cheia de saúde e recebeu os primeiros cuidados médicos ainda na BR-163/364. Este é o 18º parto registrado no trecho sob concessão desde a chegada da empresa em Mato Grosso e o segundo envolvendo indígena.
Há 6 anos atuando como socorrista na Rota do Oeste, Gilberto Souza relata que esta é a segunda vez que participa do nascimento de uma criança na BR e relata que é uma experiência muito gratificante poder auxiliar as famílias em um momento tão importante. “Assisti o parto dos meus cinco filhos, mas nunca pude ajudar de fato. Na rodovia, é diferente. Participamos ativamente cuidando, cortando o cordão umbilical, amparando a família”.
O registro desta terça-feira ocorreu por volta das 15h, quando uma caminhonete do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) parou na base localizada no km 583 da BR-364, em Nobres, solicitando apoio à mulher que acabava de dar à luz ainda dentro do veículo. Segundo Souza, o motorista relatou que foi até a aldeia para trocar o plantão e encontrou a indígena J.R. em trabalho de parto.
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“Ele disse que no meio do caminho a criança nasceu e foi orientado pela acompanhante que estava no carro a parar na Rota do Oeste para recebimento de auxílio médico, pois demoraria muito para chegar no hospital”, comenta o socorrista.
Ao chegar na base, a mulher contou com o apoio do socorrista Gilberto, da enfermeira Rênia Ferreira e do motorista da ambulância Huembert Francisco para os procedimentos cabíveis para o momento: cortar o cordão umbilical, realizar manobras necessárias para saída da placenta e uma avaliação do bebê, “um menino que chegou perfeito, com saúde e cabeludo”, afirma o socorrista da Rota do Oeste. Na sequência, mãe, pai e bebê foram levados para o Hospital Laura de Vicuña para uma avaliação mais detalhada.
“A mãe estava tranquila, o pai estava com o coração um pouco acelerado, o que é normal. Mas o importante é que estavam todos bem”, finaliza Souza.


