A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta segunda-feira (02.02), a terceira prisão da segunda fase da Operação Contragolpe, que investiga o homicídio do policial penal Joseé Arlindo da Cunha, de 55 anos, ocorrido no fim de novembro de 2025, em Várzea Grande.
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Conforme apurado pelo , o investigado, identificado pelas iniciais W.M.S.F., de 35 anos, se apresentou espontaneamente na sede da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa, acompanhado de um advogado.
No local, o delegado Alexandre Vicente e a equipe responsável pela investigação deram cumprimento ao mandado de prisão temporária, expedido pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande.
Crime foi premeditado e terminou em execução
Segundo as investigações, o policial penal foi atacado após um grupo ir até a residência onde ele se encontrava. A vítima foi chamada no portão e, em seguida, alvejada por disparos de arma de fogo e brutalmente agredida com socos, chutes e golpes na cabeça, inclusive com o uso de um capacete. Joseé Arlindo morreu ainda no local.
Durante o ataque, o policial penal teria reagido em legítima defesa, atingindo um dos agressores. O homem, identificado como Rivaldo Caetano da Silva, foi socorrido e encaminhado ao Pronto-Socorro de Várzea Grande (PS/VG), mas não resistiu aos ferimentos.
Após a morte do policial penal, os suspeitos subtraíram a arma da vítima, que foi localizada no dia seguinte ao crime, descartada em uma área de mata no Bairro Santa Izabel.
Com a nova prisão, seis pessoas estão presas por envolvimento direto no espancamento seguido de morte do servidor do sistema prisional. As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer completamente a motivação do crime.
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