A investigadora da Polícia Judiciária Civil (PJC) Patrícia Martins Maggio Máximo do Ó ingressou para a polícia em 2001 e agora é a primeira representante de Mato Grosso a cursar Inteligência Estratégica na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro. Patrícia é especialista em Inteligência de Segurança Pública pela UFMT e há 12 anos atua nessa área.
Em conversa com a equipe do
a investigadora relembra que aos 21, idade em que entrou para a
polícia, pensou em desistir. “Deparei-me com um mundo extremamente
diferente da realidade a qual eu conhecia, pensei em desistir por várias
vezes, salvo engano éramos em uma turma de cento e cinquenta alunos,
sendo apenas sete mulheres”, lembrou.
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Embora
cite as dificuldades às quais está sujeita na área, ela defende que ser
mulher não a impediu ou atrapalhou. “Não atrapalha em nada! Afinal sou
mulher e conseguimos desempenhar várias missões ao mesmo tempo e com
louvor”, explica Patrícia.
Para a investigadora, o que vale
para uma mulher que queira seguir seus passos é a perseverança. “A
escolha está em nossas mãos e todas somos capazes de sermos e
realizarmos o que quisermos”, aconselha.
Patrícia ainda se
mostra humilde ao dizer que sua ocupação não é mais importante do que
qualquer outra, tanto na polícia quanto fora dela. “Eu sou importante
para sociedade assim como todas as mulheres que desempenham suas missões
todos os dias. Estejam elas no mercado de trabalho ou em casa cuidando
dos seus lares, esposos e filhos”, finaliza.
A investigadora comenta o incentivo que o estado de Mato Grosso proporciona para a área da inteligência da segurança e ressalta a importância da capacitação dos profissionais da área para desvendar os casos. Para ela, é necessário que investigadores estejam em constante aprimoramento e estudando.



