A Defesa do acusado, realizada pelo Dr. João Vidigal, apresentou pedido de Revogação da Prisão preventiva decretada pelo juiz de Guarantã do Norte.
Na oportunidade foi demonstrado que o acusado é primário e não possui antecedentes criminais, não sendo pessoa que venha trazer perigo a sociedade, e nesse sentido o Ministério Público e o Juiz de Guarantã, entenderam por bem revogar a prisão preventiva anteriormente decretada.
Procurado por nossa equipe de reportagem, o Advogado, apenas informou que tanto o Ministério Público, quanto o judiciário entenderam que:
“Não obstante a reprovabilidade da conduta supostamente praticada pelo acusado, não teria sido confirmado nos autos que o acusado apresenta-se periculosidade suficiente a ponto de sustentar a custódia cautelar, ou seja, a continuidade de sua prisão. Razão pela qual responderá o processo em liberdade, podendo, no entanto, no decorrer do processo ser novamente decretada sua prisão.”
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Segundo informações da Polícia Judiciária Civil de Guarantã do Norte, o jovem de 19, foi preso no início de novembro quando se apresentou à justiça espontaneamente, mesmo sabendo da existência do mandado de prisão contra ele, a pedido do Delegado de Polícia, após as investigações da Delegacia de Polícia de Guarantã do Norte, para esclarecer o crime.
Fonte: Assessoria


