Terça-feira, 6 de outubro de 2026

Juíza marca júri de membros do CV que atacaram agentes públicos

O grupo era utilizado como espécie de arquivo, com dados sobre o monitoramento das vítimas.

Juíza marca júri de membros do CV que atacaram agentes públicos
ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

Seis membros de facção criminosa acusados de ordenar ataques contra agentes de segurança serão julgados em julho. O grupo foi preso durante a Operação Segregare, deflagrada em 2018, em diferentes cidades de Mato Grosso.



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Segundo informações, o bando tinha um grupo no WhatsApp denominado “Vamos Pra Cima”. O grupo era utilizado como espécie de arquivo, com dados sobre o monitoramento das vítimas.


Os ataques ocorreram em março de 2018 e a ordem era para matar as vítimas, não apenas assustar. Não houve mortos nos atentados, que teriam sido motivados por conta da morte do presidiário Jesuíno Cândido da Cruz Júnior, 28, dentro da Penitenciária Central do Estado (PCE) no dia 20 de março.


Dentre os criminosos presos acusados de comandar os ataques contra agentes penitenciários, 4 deles foram identificados como líderes da facção já estavam presos. São eles: João Luiz Baranoski ( o Lobo, na PCE), Ciclênio Lourenço de Araújo (Timpa, na PCE), Joabe Pereira Marcondes (G3, em Água Boa) e Gabriel Antônio Rosa (Tangará da Serra). Além deles também serão submetidos a júri Wellinton Oliveria Marques e Telmo de Oliveira Barboza, como consta na ação em tramitação na Primeira Vara Criminal.


“Não havendo diligências a serem sanadas, DOU COMO PREPARADO o presente processo, ordenando que os pronunciados sejam submetidos a julgamento pelo E. Tribunal do Júri, cuja sessão designo para o dia 19 de julho de 2022, às 09h, no Plenário do Tribunal do Júri desta Capital”, é a decisão da juíza Mônica Catarina Perri, do dia 10 de junho.

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Consta como vítimas dos ataques o ex-diretor da Penitenciária Central do Estado (PCE), Revetrio Francisco da Costa, o subdiretor do Centro de Ressocialização de Cuiabá, Artur Rogerio Da Silva Dias e o agente prisional Luiz Marcio de Almeida.


Além de atacar as vítimas, o grupo é acusado de atentado contra a sede do sindicato dos agentes penitenciários e explosão do muro da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

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