Sábado, 12 de setembro de 2026

Júri condena a 17 anos de prisão pedreiro que matou e enterrou ex-namorada em obra

À época, a ideia do assassino era impossibilitar a localização do corpo, já que tinha conhecimento de que a obra envolveria um aterro de mais de 1,5 metro

Júri condena a 17 anos de prisão pedreiro que matou e enterrou ex-namorada em obra
Foto: Arquivo Colíder News

O pedreiro Eugênio Lourenço Nogueira, 62 anos, foi condenado a 17 anos e quatro meses de prisão pelo assassinato da ex-companheira, Edna Gomes dos Santos, em julho de 2022. À época o corpo da vítima foi encontrado pela filha dela quase 10 dias depois do crime na região do grande CPA, em Cuiabá.

Eugênio Lourenço Nogueira foi preso em casa no dia seguinte à descoberta do cadáver, em 18 de julho de 2022. Ele confessou o crime e disse ter matado Edna com um pedaço de madeira. Depois, ele enterrou o corpo em uma obra onde trabalhava. 

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A ideia do assassino era impossibilitar a localização do corpo, já que tinha conhecimento de que a obra envolveria um aterro de mais de 1,5 metro. 

Contudo, antes que isso pudesse acontecer, a filha de Edna, que realizava buscas pela mãe, resolveu ir até o local de trabalho de Eugênio para perguntar sobre o paradeiro da mulher, uma vez que foi o último local em que ela foi vista com vida.

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Com o mestre de obras do local, ela procurou e viu um monte de terra no muro lateral com dois paletes de madeira por cima e, ao mexer na terra, os dois sentiram forte odor e acionaram a polícia, que encontrou o corpo em estado de decomposição.

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O réu foi submetido ao júri popular na última sexta-feira (3) que condenou Eugênio. Na dosimetria de pena, a juíza Mônica Perri arbitrou sentença de 17 anos e quatro meses de prisão em regime inicialmente fechado, além do pagamento de 10 dias multa. 

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