Quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Justiça concede prisão preventiva de assassino que estuprou cadáver

As vítimas são homens.

Justiça concede prisão preventiva de assassino que estuprou cadáver
Foto: ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

Wandeilson Saores Gomes, autor do homicídio seguido de estupro ocorrido na última sexta-feira (7), no bairro Parque Del Rei, em Várzea Grande, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pelo juiz Murilo Moura Mesquita.


Esse é o segundo caso envolvendo homicídio seguido de estupro dos cadáveres que ele é apontado como autor. As vítimas são homens. 

O preso de 27 anos - em destaque na foto - aproveitou que a vítima, Umberto Albericio da Silva, 56, estava dormindo dentro do antigo prédio do Centro Comunitário do bairro, pegou um pedaço grande de concreto e deu vários golpes contra a sua cabeça. 

Após o crime, ele arrastou o corpo da vítima para outro cômodo e praticou relação sexual. O ato foi flagrado por uma testemunha, que também estava dormindo no local.  

Vale ressaltar que Wandeilson já era conhecido na região por agir dessa maneira, matar e estuprar as vítimas sem vida. Ele cometeu um crime da mesma natureza, mas foi absolvido em júri popular.  

Quando a testemunha flagrou o crime, correu para avisar o filho da vítima, que mora no mesmo bairro. Suspeito correu assim que a família chegou no local, mas acabou preso. Corpo da vítima estava nu, com muito sangue e ferimentos na cabeça.  

Para o magistrado, superada a demonstração da autoria do crime, é necessário decretar a prisão preventiva como forma de resguardar a ordem pública diante da ‘gravidade concreta da conduta que lhe é atribuída’.  

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Sendo assim, ‘a gravidade concreta no caso em tela é descortinada pelo modo de agir do autuado, que, em princípio, teria ceifado a vida da vítima mediante golpes de pedra na região da cabeça, em momento em que esta repousava, o que revela sua acentuada periculosidade e o perigo gerado por seu eventual estado de liberdade”.    

Pelo perigo e a necessidade da ‘medida extrema’, Mesquita aplicou a pena de 4 anos de prisão preventiva. O caso ainda será encaminhado ao Ministério Público, que vai denuncia-lo pelos crimes.



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