Quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Justiça nega prisão domiciliar a ex-diretor acusado de desviar R$ 250 mil de escola

Conforme juiz da 2ª Vara de Peixoto de Azevedo, caberá à Justiça de Terra Nova do Norte decidir sobre o pedido do acusado.

Justiça nega prisão domiciliar a ex-diretor acusado de desviar R$ 250 mil de escola
Foto: Arquivo Colíder News

O juiz Fernando Kendi Ishikawa, da 2ª Vara de Peixoto de Azevedo, negou o pedido para colocar em prisão domiciliar o ex-diretor de uma escola pública acusado de desviar mais de R$ 200 mil reais de dinheiro destinado à merenda da unidade. A decisão é datada dessa quarta-feira (1º).

O ex-diretor atuava na Escola Estadual 13 de Maio, em Nova Guarita, e foi preso por desviar mais de R$ 250 mil de recursos públicos destinado para a unidade escolar. Ele é investigado pelo crime de peculato e desvio de verbas da unidade escolar e estava com o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça, após investigação da Polícia Civil.

“Em relação ao pedido de prisão domiciliar para o caso de não haver cela especial para o custodiado, que detém ensino superior, este juízo não têm competência para decidir, oque caberá ao d. juízo da comarca de Terra Nova do Norte”, disse o magistrado após a audiência de custódia.

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O homem de 34 anos estava foragido e se apresentou na terça-feira (28), na Delegacia de Peixoto de Azevedo.

Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que assim que tomou conhecimento do caso, ainda em 2022, afastou imediatamente o então diretor da Escola Estadual 13 de Maio, em Nova Guarita. Foi aberto um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e o caso comunicado às autoridades competentes.

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A pasta reitera que não coaduna com qualquer tipo de irregularidade e espera que a investigação esclareça o caso.

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