O caso foi denunciado por uma pessoa que presenciou um ato libidinoso do suspeito contra a criança, a mãe que também estava no local pareceu não se incomodar com a situação.
O denunciante apontou o local onde o fato acontecia e o casal e a criança foram encontrados sentados em um banco do lado de fora do endereço apontado. Padrasto de 55 anos e a mãe de 38 anos foram detidos e a criança deixada sob cuidados do Conselho Tutelar de Carlinda.
Conforme registro da PM, o denunciante acionou a polícia após presenciar o suspeito beijar e acariciar as partes íntimas da criança sob a roupa. Relatando ainda que a mãe da criança estava junto e pareceu não se incomodar com o ato libidinoso do homem. No local o casal foi identificado e encaminhado ao Núcleo da Polícia Militar.
A criança de 11 anos, uma menina, foi separada do casal, acompanhada do Conselho Tutelar, relatou que há algum tempo os abusos ocorrem, que quando a mãe dorme o padrasto vai até a cama dela, relatando que já houve a consumação do ato sexual (penetração). A criança relatou que o padrasto começou a fazer ameaças para que ela não contasse a ninguém sobre os ocorridos ainda prometendo um aparelho celular. Durante a conversa com os militares, a criança apresentou sinais de que tinha medo de relatar todo o ocorrido, interrompendo suas falas, desviando o assunto.
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Já o homem confessou o ato libidinoso, negando que houvesse concluído o ato sexual. Ainda que acredita que a mulher não tem conhecimento dos atos, e que, se sabe, não esboçou nenhuma reação. Por sua vez, a mãe da criança disse que não sabia, mas passou o tempo de entrevista afirmando que o suspeito é um bom homem e que se ele fosse preso não saberia como pagaria o aluguel e as contas, que talvez a menina estivesse mentindo sobre os fatos.
Diante a situação, o casal foi conduzido por estupro de vulnerável para à Delegacia Municipal de Polícia Judiciária Civil em Alta Floresta para as providências que o caso requer.


