A pena é de detenção de 6 meses a 1 ano, podendo ser agravada quando a conduta for praticada com concurso de duas ou mais pessoas e por oficial, ou por militar em serviço.
Ao Metrópoles a corporação não deu detalhes do fato, mas afirmou, por meio de nota, que “a PMDF não compactua com nenhum comportamento desviante e leva ao conhecimento de seu Departamento Correcional, bem como ao Ministério Público e às instâncias judiciárias competentes, todos os fatos suspeitos de desvios de conduta”.
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A PMDF também ressaltou que “o fato questionado é alvo de inquérito policial, devido processo legal, a partir do qual as circunstâncias são analisadas”. A reportagem não conseguiu contato com a defesa do major e decidiu por não publicar o nome em respeito à família dele. O espaço segue aberto para manifestações.


