Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Marinha retorna operação com navios de guerra em Cáceres

A Flotilha do Mato Grosso, tem mais de um século, criada no pós Guerra do Paraguai , têm na maioria dos seus navios homenagens aos rios brasileiros e em especial do Mato Grosso, como Piraim, Paraguassu, entre outros.

Marinha retorna operação com navios de guerra em Cáceres
ReproduçãoFoto: Arquivo Colíder News

Um efetivo de cento e trinta nove  homens entre marinheiros e fuzileiros navais a bordo dos Navios Parnaíba e Potengi, estão fundeados (atracados), desde sexta-feira (21.04), no Porto Castrillon Aguapé, em Cáceres (A 210 quilômetros Oeste de Cuiabá), os militares da Armada,  respondem ao comando do Capitão de Corveta Dison José de Oliveira Santos Filho. Enquanto que o capitão tenente Rafael Bortolami Catanho, comanda o Potengi.

A “Operação Cáceres “, que anualmente realiza adestramento da tropa em conjunto com a unidade do Exército Brasileiro no município,  ficou suspensa desde 2019 ( última subida dos Navios), entre os anos 2020/2021 e 2022, as manobras foram abortadas, em razão da pandemia provocada pela Covid 19.

Nesta ocasião à Flotilha do Mato Grosso, não veio em seu todo, apenas o navio tanque Potengi e o Monitor Parnaíba que o capitânia da Flotilha,  cuja base se localiza em Ladário,  estado do Mato Grosso do Sul. 

Entre este sábado até o domingo os dois navios estarão abertos para visitação pública. 

Apesar do Rio Paraguai apresentar a sua calha com nível acima de 4,60 metros,  fato que não era registrado no mês de abril desde 1982, quando atingiu esses números. Ainda é  o Parnaíba que é equipado com canhões e metralhadoras anti aérea, não consegue navegar até o Cais Mário Leão,  devido à altura da ” Cesta da Gávea (nome dado ao ponto mais alto de um navio), onde se posiciona o sentinela do horizonte, por essa razão não passa no vão central da “La Vecchia Siñora ” a Ponte Marechal Rondon. 

A bordo do Parnaíba estão mergulhadores do pelotão chamado “Destacamento Aéreo Embarcado ” ,  também atendem como “homens rãs ” empregados em missões subaquáticas.

A Flotilha do Mato Grosso,  tem mais de um século,  criada no pós Guerra do Paraguai , têm na maioria dos seus navios homenagens aos rios brasileiros e em especial do Mato Grosso, como Piraim,  Paraguassu, entre outros. 

A vinda dos navios até Cáceres,  acaba gerando movimento na economia da Cidade,  que não possui indústrias, sendo a atividade econômica centrada na prestação de serviços (educação pólo universitário e saúde referência regional ) e ainda turismo engatinhando. 

Com os marujos fora das escalas de serviços,  “baixam terra ” fazendo fervilhar os bares, lanchonetes e também os pontos de rebuliços da Princesinha do Paraguai .

Na segunda feira (24), os marinheiros suspendem o ferro (âncora), regressando à base em terra em Ladário 

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Em Cáceres a marinha do Brasil está presente há mais de um século,  atualmente é comandada pelo capitão tenente Magno Luis  Moura, mineiro do interior das Alterosas, que em menos de dois meses na cidade desenvolveu várias ações de cunho social.

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