As quedas sucessivas no preço do arroz desde o início de 2021 podem passar a impressão aos consumidores brasileiros de que, enfim, o alimento está barato. Mas essa conclusão passa longe da verdade. Apesar das 14 reduções mensais seguidas, o cereal ainda custa 56% mais do que o valor cobrado em fevereiro de 2019, há três anos.
O levantamento usou como base os dados apurados mensalmente pelo Procon de São Paulo.
Apesar de a moeda americana ter continuado com câmbio em alta em 2021, pesou para os brasileiros deixarem o alimento de lado o histórico recente de inflação no alimento e a queda de poder de compra geral verificada em todo o país, com desemprego elevado e preços salgados em todas os setores.


