No pedido apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Michelle declarou patrimônio de R$ 4,48 milhões. A maior parte do patrimônio declarado está concentrada em investimentos.
A candidata informou possuir R$ 4.154.500 em uma aplicação financeira e R$ 301.670,75 em um fundo de investimentos. O terceiro bem declarado é um Volkswagen Fusca, avaliado em R$ 30 mil.
A chapa de Michelle terá Diego Torres (PL) como primeiro suplente. Ele é irmão da ex-primeira-dama e a escolha de um familiar para a vaga já havia sido divulgada antes do registro da candidatura.
O segundo suplente será Cristian Viana (Podemos). A participação da legenda na chapa é resultado de um acordo firmado para que o partido apoiasse a candidatura de Michelle ao Senado no Distrito Federal.
A confirmação da candidatura ocorre depois de semanas de indefinição sobre seu futuro político. Em julho, Michelle chegou a indicar que poderia não participar da eleição e afirmou que a prioridade era cuidar de Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.
A candidatura acabou sendo oficializada pelo PL na convenção partidária realizada em Brasília no início de agosto. Antes da definição, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF) haviam defendido publicamente a entrada de Michelle na disputa.
Nos últimos dias, a ex-primeira-dama também se reaproximou de Flávio Bolsonaro (PL) após os dois terem divergido publicamente sobre articulações eleitorais do partido. Michelle e o enteado se encontraram em Brasília na terça-feira (11) e gravaram juntos material para a campanha presidencial.


