O ministro da Agricultura (Mapa), Carlos Fávaro (PSD-MT), entrou num acordo para o pagamento de uma dívida de uma nota promissória que era discutida no Poder Judiciário do Estado do Paraná, estimada em R$ 179,8 mil (valores não atualizados).
O acordo com os credores - identificados como Pff. Fazendas Reunidas e Rio Paraná Companhia Securitizadora de Créditos Financeiros -, ocorreu no mês de maio 2025 após Carlos Fávaro, que é senador por Mato Grosso mas esta licenciado para gerir o Mapa, sofrer a penhora de seu salário.
Uma decisão de julho de 2024, do juiz substituto da Vara Cível de Bela Vista do Paraíso (PR), Luis Ricardo Catta Preta Silva Fulgoni, determinou a penhora de 10% do salário de Fávaro, que na época recebia R$ 30 mil líquidos.
“O executado Carlos Henrique Baqueta Fávaro é senador da República, também exercendo o cargo de Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, cuja remuneração líquida perfaz R$ 30.000,00. Entende-se possível o deferimento da penhora de 10% do valor recebido mensalmente pelo executado Carlos Henrique Baqueta Fávaro, com vistas a permitir a satisfação do crédito e, ao mesmo tempo, resguardar a subsistência digna da parte devedora”, diz trecho da decisão do juiz de 2024.
No início de maio de 2025, o Poder Judiciário Paranaense revelou que Fávaro e seus credores entraram num acordo, cujos termos não foram detalhados. Segundo informações do processo, o débito era cobrado desde o ano de 1998.


