- Decisório: formado por Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder da facção; e seu irmão, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior.
- Operacional: composto por Everton de Sousa, conhecido como “Player”, e Paloma Sanches Herbas Camanho — sobrinha do líder do PCC.
- Financeiro: Deolane e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho — também sobrinho de Marcola.
No pedido apresentado nesta quinta-feira, o Gaeco afirma que permanecem os requisitos para a prisão preventiva, especialmente para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.
Operação
Deolane foi presa no dia 21 de maio, em Alphaville, na Grande São Paulo, durante a Operação Vérnix que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.
A ação também teve como alvos Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção, o irmão dele, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos: Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.
Os investigadores afirmam que Deolane recebeu depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021. A análise financeira identificou dezenas de transferências fracionadas destinadas às contas da influenciadora, incluindo repasses que, somados, chegaram perto de R$ 700 mil.
À época, a Justiça determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões em contas vinculadas à influenciadora. Além da apreensão de 39 veículos de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões.


