O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) pediu o bloqueio de bens no valor de R$ 32,4 milhões, sendo R$ 5,1 milhões do deputado estadual Dilmar Dal' Bosco (DEM) e R$ 10,2 milhões de Pedro Satélite e seu filho Andrigo Wiegert.
Os três e mais 10 investigados, por supostamemente integrar uma organização criminosa voltada a barrar a licitação do transporte público intermunicipal, foram denunciados pelo MP.
A ação civil pública foi proposta pelo promotor Ezequiel Borges de Campos, que levou à terceira fase da Operação Rota Final, deflagrada no último dia 14 de maio. Conforme o MPMT, Dilmar e Satélite teriam recebido propinas que chegaram a R$ 3,7 milhões.
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