Após o Jornal Nacional, da TV Globo, anunciar um terremoto de magnitude 5,6 no Japão nesta quarta-feira (20), a página do Instagram BrExplora relembrou um marco na história sísmica brasileira.
Em janeiro de 1955, na região da Serra do Tombador, no norte do Mato Grosso, o Brasil testemunhou seu maior terremoto registrado até então, com uma magnitude de 6,2 na escala Richter. Mesmo distante de Cuiabá, o tremor conseguiu acordar várias pessoas na região.
Atualmente, a Serra do Tombador está localizada no município de Nova Maringá (380 km da capital). A página BrExplora, com mais de um milhão de seguidores, destacou, ainda, que o Nordeste brasileiro é uma das regiões mais vulneráveis a tremores. Estados como Ceará e Rio Grande do Norte já enfrentaram abalos sísmicos significativos, com magnitude de até cinco. Em setembro do ano passado, a cidade de Uaua, na Bahia, registrou tremores de magnitude 2,2 e 2,3 na escala Richter.
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A análise da BR Explora ressalta que o baixo risco de grandes terremotos no Brasil se deve à sua localização em relação às placas tectônicas. Enquanto terremotos são resultado do deslizamento e atrito entre essas placas, o Brasil, estando no meio da placa Sul-Americana, está longe de suas bordas. Por outro lado, países como o Chile, que em 1960 registrou o maior terremoto do mundo com magnitude 9,5, encontram-se ao longo do limite entre a placa oceânica de Nazca e a placa da América do Sul.


