Quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Mulher de 26 anos morre e polícia investiga possível overdose em Cuiabá

Rayssa Laiala Rodrigues de Melo Silva passou mal e teria pedido para ser levada ao hospital; causa da morte ainda será esclarecida pela perícia

Mulher de 26 anos morre e polícia investiga possível overdose em Cuiabá

Uma mulher de 26 anos, identificada como Rayssa Laiala Rodrigues de Melo Silva, morreu no início da noite desta terça-feira (22), no bairro Real Parque, em Cuiabá. O caso é tratado pelas autoridades como morte suspeita e está sendo investigado pela Polícia Civil.

A ocorrência foi registrada por volta das 18h05, na AC Aparecida, na lateral de uma casa de eventos. Conforme informações preliminares repassadas à Polícia Militar, uma mulher acionou o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) após encontrar uma pessoa aparentemente sem sinais vitais no local. 

Equipes do 9º Batalhão da Polícia Militar, os Guardiões do Coxipó, foram encaminhadas ao endereço para verificar a situação e preservar a área. 

Segundo o irmão da vítima relatou aos policiais, Rayssa já apresentava mal-estar e teria pedido para ser levada a uma unidade hospitalar. 

Antes de seguir para o atendimento médico, porém, ela teria ido até uma residência para buscar seus documentos. O irmão afirmou que deixou o local e, ao retornar, foi informado de que Rayssa havia morrido. 

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) esteve no endereço e constatou o óbito. 

A Polícia Militar realizou o isolamento e a preservação do local até a chegada das equipes responsáveis pelos procedimentos de investigação e perícia. 

As informações iniciais levantaram a possibilidade de que a morte pudesse estar relacionada a uma overdose. No entanto, não houve confirmação dessa hipótese no local. 

Até o momento, não foi identificada oficialmente nenhuma substância que pudesse ter provocado o mal-estar ou contribuído para a morte da vítima. 

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para realizar os procedimentos necessários. 

O caso permanece registrado como morte suspeita, e a causa do óbito deverá ser determinada a partir dos exames periciais e do avanço das investigações. 

Até a publicação desta matéria, não havia confirmação oficial de que Rayssa tivesse feito uso de drogas ou de qualquer outra substância antes de morrer. 

O caso segue sob investigação.

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