Foragida após ter o mandado de prisão determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a paraibana Wênia Morais Silvia se entregou à polícia paraguaia em Assunção, no Paraguai, na noite da última sexta-feira (29).
Ela está é suspeita de ser umas das lideranças dos atos de 8 de janeiro, quando os prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e do STF foram alvos de depredação e pessoas pediram por intervenção militar.
Segundo a Polícia Federal (PF), a paraibana se apresentou ao escritório Central Nacional da Interpol em Assunção, e as autoridades acionaram os agentes da PF no Brasil para cumprir o mandado de prisão, expedido pelo ministro Alexandre de Moraes. De lá, ela foi conduzida para Foz do Iguaçu (PR), no Paraná, e deve ser transferida para o Distrito Federal. A data ainda não foi definida.
Wênia é ex-assessora do deputado estadual do Rio de Janeiro Renato Zaca (PL), correligionário do ex-presidente Jair Bolsonaro. Assim como outras pessoas que participaram dos atos de 8 de janeiro, em Brasília, ele fugiu para o Paraguai para não ser presa. Ela é investigada, principalmente, por sua atuação no Rio de Janeiro.
Brasileiros se escondem no Paraguai
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