Quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Mulher trans de 33 anos desaparece após chegar a MT para evento em Chapada; Polícia Civil investiga paradeiro

Vigenylda Tedescoh da Silva veio do Acre no dia 9 de outubro e relatou que estaria na casa de um homem em Rondonópolis; família perdeu contato na segunda-feira (19), e DHPP tenta confirmar seus deslocamentos

Mulher trans de 33 anos desaparece após chegar a MT para evento em Chapada; Polícia Civil investiga paradeiro
Rep. MT é Noticia

A Polícia Civil de Mato Grosso está à procura de Vigenylda Tedescoh da Silva, de 33 anos, mulher trans natural de Tarauacá, no Acre, que está desaparecida desde segunda-feira (19). Ela chegou ao estado no dia 9 de outubro para participar de um evento em Chapada dos Guimarães, mas deixou de manter contato com os familiares, que agora buscam informações sobre seu paradeiro.

O caso está sendo investigado pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá.

Segundo as informações registradas na ocorrência, Vigenylda esteve inicialmente na capital mato-grossense, onde foi deixada em um hotel localizado nas proximidades da Rodoviária de Cuiabá.

Posteriormente, ela informou a um conhecido que havia viajado para Rondonópolis, município localizado a aproximadamente 218 quilômetros da capital, onde estaria hospedada na residência de um homem com quem mantinha um relacionamento.

Entretanto, a Polícia Civil esclareceu que ainda não conseguiu confirmar se Vigenylda realmente esteve em Rondonópolis.

A informação sobre a viagem foi transmitida pela própria desaparecida e permanece sob investigação.

Família perdeu contato na segunda-feira

De acordo com o registro policial, Vigenylda manteve contato com familiares que residem no Acre durante os dias seguintes à sua chegada a Mato Grosso.

As conversas permitiram que os parentes acompanhassem parte de seus deslocamentos e soubessem que ela pretendia permanecer no estado por algum tempo.

A situação mudou na segunda-feira (19), quando os familiares deixaram de conseguir contato com ela.

Desde então, não tiveram novas informações confirmadas sobre sua localização.

A ausência de notícias motivou o registro da ocorrência e o início das diligências policiais.

Até a divulgação das informações iniciais, não havia confirmação de que Vigenylda tivesse retornado ao Acre ou sido localizada em outro município.

Também não foram informados detalhes sobre seu último contato, como o horário exato da comunicação ou o local onde estaria naquele momento.

Polícia tenta confirmar possível viagem a Rondonópolis

Uma das principais informações analisadas pela DHPP é o relato de que Vigenylda teria seguido para Rondonópolis.

Segundo o registro, ela afirmou a um conhecido que estaria na casa de um homem com quem mantinha um relacionamento.

A Polícia Civil, entretanto, ainda trabalha para verificar a informação.

Essa distinção é importante porque não existe confirmação oficial de que a mulher tenha chegado ao município ou permanecido na residência mencionada.

Também não foram divulgadas informações que indiquem participação do homem no desaparecimento ou qualquer irregularidade relacionada ao encontro relatado.

A investigação deverá esclarecer quais deslocamentos realmente aconteceram e identificar eventuais informações que ajudem a reconstruir o trajeto de Vigenylda após sua passagem por Cuiabá.

Até o momento, a causa do desaparecimento é desconhecida. Não há informações confirmadas que permitam associar o caso a um crime.

DHPP investiga circunstâncias do desaparecimento

O Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP é responsável por acompanhar a ocorrência e realizar diligências destinadas à localização da mulher.

O trabalho poderá envolver a verificação de informações sobre deslocamentos, contatos e possíveis locais frequentados, conforme a necessidade e os procedimentos legais aplicáveis.

Em Mato Grosso, a Polícia Civil possui um protocolo específico para a investigação de pessoas desaparecidas, com procedimentos destinados a integrar informações de diferentes órgãos e agilizar as buscas.

A atuação envolve a coleta de dados, o acompanhamento dos registros e a verificação das informações recebidas de familiares e da população.

No caso de Vigenylda, a investigação ainda está em andamento, e não foram divulgados resultados conclusivos sobre seu paradeiro.

A Polícia Civil também não informou se conseguiu identificar a localização da última comunicação feita pela desaparecida.

📢 DENÚNCIAS E RECLAMAÇÕES: WhatsApp (65) 99923-8125 | mtenoticia@gmail.com — Sua voz também é notícia!

Informações da população podem ajudar nas buscas

A localização de pessoas desaparecidas muitas vezes depende de informações repassadas por moradores, estabelecimentos comerciais, motoristas e outras pessoas que possam ter presenciado deslocamentos relevantes.

Quem tiver visto Vigenylda ou possuir informações concretas sobre seu paradeiro deve procurar a Polícia Civil.

É importante relatar o local, a data e as circunstâncias da possível identificação, evitando divulgar informações não verificadas em redes sociais.

A exposição de boatos ou acusações sem fundamento pode prejudicar o andamento da investigação e causar sofrimento adicional aos familiares.

Também é fundamental respeitar a identidade e a privacidade da mulher desaparecida, concentrando os esforços na obtenção de informações que possam contribuir efetivamente para sua localização.

Desaparecimento exige atenção imediata

A Polícia Civil orienta que casos de desaparecimento sejam comunicados às autoridades assim que familiares ou responsáveis perceberem uma situação preocupante.

Não é necessário esperar 24 ou 48 horas para registrar a ocorrência.

O registro permite o início dos procedimentos de busca e a inclusão das informações nos sistemas utilizados pelas autoridades.

Além das delegacias, o estado mantém um portal de consulta de pessoas desaparecidas, que pode auxiliar na divulgação de casos oficialmente cadastrados.

O endereço é desaparecidos.pjc.mt.gov.br.

A divulgação responsável das informações pode contribuir para ampliar o alcance das buscas, especialmente em casos que envolvem deslocamentos entre cidades e estados.

Onde informar o paradeiro de Vigenylda?

Quem possuir informações sobre Vigenylda Tedescoh da Silva pode procurar diretamente o Núcleo de Pessoas Desaparecidas da DHPP.

Canais de atendimento:

A população deve encaminhar informações às autoridades, evitando abordagens por conta própria.

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